Liberdade e destino

 

LIBERDADE E DESTINO

free-will

Esta é uma dualidade do ser humano, mas é também uma reflexão importante para quem estuda Astrologia. Até onde podemos ter liberdade ou qual o limite das imposições de um destino rígido e já anteriormente traçado.

Também é uma questão clássica para quem pensa no carma e em especial, como é meu caso, pensa sobre carma e astrologia.

Creio que será bem oportuno acrescentar o que escreve Paul Brunton, sobre o assunto:

“Não devemos supor que somos tão indefesos quanto poderia parecer. Grande parte do nosso destino foi criada por nós mesmos no passado. Nós o criamos, portanto podemos ajudar a modificá-lo. O destino nos controla mas, por outro lado, nosso livre-arbítrio tem algum controle sobre ele. No entanto, isso só será validado na medida em que aprendermos as lições da experiência e exercitarmos criativamente esse livre arbítrio.”

Neste caso, estaria equivocada a ideia arrogante que tudo podemos fazer, tudo depende só de nós, mas tão errada quando a falta de esperança dos que sentem prisioneiros de um destino implacável. Estes conceitos precisam ser examinados, ambos os lados estão presentes e nenhum responde sozinho a condução de nossa vida.

Voltando a citar Paul Brunton, podemos chegar a uma conclusão bastante rica, pois ele separa nosso ser material e denso do nosso ser espiritual, observe:

“Parte do destino de cada vida é resultado do karma passado, mas parte é decorrente do livre-arbítrio se este for exercido. Nem tudo o que acontece na nossa vida é kármico, pois pode ser criado por nossas ações atuais. (,,,) Livre-arbítrio versus destino é uma controvérsia antiga e inútil, puramente artificial e, por conseguinte indissolúvel da maneira como é normalmente apresentada. Eles não são antagônicos e sim complementares. Não estão em oposição. O sábio combina os dois. Na ausência do conhecimento dos fatores do karma e da evolução,  toda e qualquer discussão sobre este tema é irreal, superficial e ilusória. Como seres espirituais possuímos livre arbítrio, como seres humanos não. Isto explica toda a questão.” Paul Brunton

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