19 de outubro de 2015.

Olá,

Esta semana trago um pequeno texto que escrevi sobre uma indagação que recebo constantemente sobre fazer ou não o mapa astrológico cármico. Gosto sempre de reafirmar que não trabalho com objetivo de substituir uma regressão de vidas passadas (TVP). O foco é que somos seres espirituais e sendo assim somos o resultado de muitas experiências, ou melhor de todos as nossas experiências anteriores.

beijos e boa semana,

Nádia Oliveira

COM QUAL PERSPECTIVA ESTUDAR ASTROLOGIA CÁRMICA?

autoconstruçãoAs interpretações de vidas passadas são baseadas em evidências observáveis combinadas com certa dose de especulação, pois obviamente são muito difíceis evidências empíricas, pelo menos dentro do que hoje é normalmente aceito como método científico.

É bastante viável podermos interpretar um mapa astrológico com uma perspectiva de vidas anteriores, entendendo que o mapa como um todo reflete este aprendizado.

Mas alguns pontos são marcadamente mais importantes, como todos os pontos que nos remetem a passado, inconsciente e memória. Jeffrey Green, astrólogo da chamada Astrologia Evolucionária indica que um planeta que forma uma quadratura com os nodos lunares aponta lições relacionadas a este planeta ignoradas em vidas passadas.

Existe uma referência muito comum de relacionar o nodo sul e o nodo norte com o natural caminho entre passado e futuro, e dentro da crença de reencarnação o passado seria aquele vivido em experiências anteriores.

Nesta mesma direção, além dos nodos, poderíamos nos dedicar a Lua e a Casa 12, para um entendimento maior dos comportamentos herdados e do psiquismo presente na carta astrológica.

Mas é importante lembrar que tudo em nosso mapa é de certa maneira herdado, dentro da mesma concepção acima.

Com isso quero dizer que mais do que querer “adivinhar a vida passada”, o que buscamos quando estudamos o mapa astral com uma perspectiva cármica é entender que somos hoje e o que temos construído ao longo de toda nossa existência.

Nádia Oliveira – astróloga cármica

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